Cara faz tempo que eu sumi! Mas é assim mesmo, eu cheguei a pensar que largaria isso aqui de vez, mas eis que percebi que não sou tão capaz de virar as costas pra coisas que fazem parte da minha vida. Mesmo que por um tempo eu me afaste, até para meu próprio bem, eu não sei abrir mão do que foi meu um dia, do que fez parte de mim e que me fez sentir bem. E, aliás, porque abrir mão de um pedaço de mim? Não faz sentido, de fato. E é claro que não é apenas ao blog que eu estou me referindo, mas é isso, detalhes são desnecessários.
Confesso que as coisas andam meio away por aqui, meio sem nexo, meio sem saber o que fazer. Sabe quando você tem a sensação de que tem algo pra fazer, mas não sabe o que? E é uma sensação tão angustiante que eu me sinto um tanto irritada. Não sei o que fazer como fazer. Talvez seja o medo de estar pisando em campo minado, talvez o medo de ter medo. N motivos que eu não consigo encontrar nesse momento fazem minha cabeça girar. O que me irrita apenas é não saber o que, ou pelo menor por quê.
A falta de motivo me faz sentir um tanto, vazia. E ao mesmo tempo cheia. É difícil dizer que as coisas andam bagunçadas por que no geral está tudo em ordem. Volta ás aulas, estado familiar “estável”, a vida voltando... O que tem de errado? O que tem causado tanta angustia? Eu não sei, talvez eu saiba e tenha medo de assumir, talvez a minha indecisão bagunce minha mente, talvez o medo do desconhecido. Talvez o medo do que eu conheço bem demais.
Dá pra perceber como as coisas estão aqui? Por fora, tudo normal. Por dentro, uma bagunça sem tamanho.
Talvez esteja na hora de parar de pensar tanto em mim, ou não. Enfim.. rs
Seu sorriso me diz coisas que não sei entender, seus olhos enganam como mentiras mal contadas. E só o que me vem a mente é se é assim que tem que ser, ou se não é dessa forma que devemos ver. Insegurança me consome e me transtorna, muda o rumo das coisas, da vontade de estar junto, ou talvez da falta dela. Confiança excessiva me amedronta, sim, por que é de onde menos esperamos que vem as piores traições. Nem sempre a falta de confiança é um mal, nem sempre é um bem. O que nos resta então? Caminhar na corda bamba? Ou talvez pular de vez, e não deixar que nada mais nos machuque, decepcione, ou destrua. O triste é saber que a força de vontade, esperança e medo do fácil me impede de tentar o caminho mais simples. Não que eu possua grande força, mas tenho grande vontade. Vontade de ser livre, vontade de ser apenas minha, vontade de nada dever a ninguém. E essas vontades me levaram aonde quero chegar, pois parada onde estou eu não quero ficar.
Sabem como é, essas divagações meio sem sentido as vezes me consomem, rs.
Boa noite, obrigada pela atenção.
So what you scared for? ♪
Nenhum comentário:
Postar um comentário